quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

O Outono no Trilho do Corgo
















O Outono no Rio Corgo III







O Outono no Rio Corgo II











O Outono no Rio Corgo












segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

Douro no Outono







No Outono o Douro ganha outra beleza. Não é maior nem menor, é diferente. São as cores que, mais uma vez mudam. O verde dá lugar aos castanhos, amarelos. Aos dourados.

segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

National Geographic e o Douro

O Douro foi recentemente classificado como o 7º destino turístico sustentável http://traveler.nationalgeographic.com/2009/11/destinations-rated/europe-text/14 pela national geographic, pelo que mais uma vez esta magnifica região fica a merecer uma visita de todos os que ainda não a conhecem, como dos que por aqui já andaram.
Pode verificar-se que ainda é possível fazer turismo sem ser incomodado por multidões, ao mesmo tempo que se pode apreciar a cultura. Quer seja gastronómica, monumental ou natural.

terça-feira, 13 de Outubro de 2009

O Douro por Francisco José Viegas

“Jaime Ramos gostava daquela estrada. Lembrava-lhe um perfume antigo, a cor dos vales que se confundia com a cor do rio, lá ao fundo. E o cheiro amargo das vinhas depois das vindimas – o que dava um toque literário às descrições dos folhetos turísticos era para ele parte da sua memória: o lagar, o xisto negro, os pés nus, a aldeia despedindo-se do Verão e a tortura do calor, antes da colheita da amêndoa e do Outono, verdadeiramente a estação da obediência.” Pag. 86

“Isso não é apenas calor, senhor Ramos, isso são as condições ideais para fazer um vinho ideal. Isso e um Inverno filho da mãe. Calor insuportável e a água do rio por perto. Sombra e sol. Isto é o Douro. Xisto em altas temperaturas. E mão-de-obra barata. Os ingleses chegaram aqui e as autoridades reduziram o seu protesto à campanha contra o excesso de aguardente no vinho do Porto – tudo o resto havia em abundância. Tudo.” Pag. 95

Francisco José Viegas no seu novo livro “O Mar em Casablanca” descreve, mais uma vez, o Douro como só um “duriense” o pode fazer. Um homicídio durante a festa de encerramento, para as obras de remodelação, do Palace de Vidago leva o inspector Jaime Ramos ao Douro, a África, à América do Sul, a Moledo. Lugares que FJV nos habituou a visitar na companhia dos seus escritos, sejam eles romances ou crónicas.
A não perder, não apenas pela história de mais um policial, muito ao seu estilo, mas pelo prazer da sua escrita.
Mesmo não tendo importância, até porque não pretende escrever história, uma pequena nota que se prende precisamente com história. Na página 201 escreve “Mas o Vidago é obra do regime constitucional e o ultimo primeiro-ministro da monarquia era do Vidago, precisamente.” Ora o ultimo primeiro-ministro da monarquia, António Teixeira de Sousa, era de Celeirós do Douro, como aqui escrevi em post anterior, a propósito de um programa de televisão de José Hermano Saraiva. Foi efectivamente médico das termas do Vidago, mas não mais do que isso.